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Clayton teme crise: «Vendo madeira para resorts e faço carvão, se ninguém comprar vou sofrer»
Ex-jogador sublinha que não se deve apenas olhar para as palavras do Bolsonaro. "Ele é meio tosco a falar", diz
Record - Quanto à pandemia do coronavírus, como é que vive esta situação no Brasil, com o presidente Bolsonaro a pedir às pessoas para irem trabalhar?
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- Qual a atividade profissional que desenvolve atualmente?
- Trabalho com o cultivo de pinheiros.
- Quantas pessoas trabalham na sua empresa?
- Cerca de 80 pessoas.
- Todos eles pediram para trabalhar mesmo com o cenário da pandemia?
- Quase 70 funcionários pediram para trabalhar, porque precisam de dinheiro para viver.
- No Brasil existem apoios para as pessoas ficarem em casa?
- Considera que o seu negócio pode ser afetado por esta crise?
- Já está a ser afectado! Quando jogava futebol comprei fazendas e plantava eucaliptos. Apostei num tratamento na madeira para construir resorts turísticos com madeira de eucaplito tratado. Fazemos o transporte do material e com as sobras faço carvão. Todas as pessoas vão sofrer com esta situação. Se tiver um produto e ninguém comprar vou sofrer. Tenho um carregamento para receber e a empresa diz que não paga, porque também não conseguiu receber. Será uma roda que vai afetar toda a economia.
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